Incentivo, por parte dos educadores, acredito que sempre há...Mas acredito que a dificuldade maior está em "convencer" o aluno de que é muito melhor e mais construtivo para ele ler um livro (ou qualquer outro tipo de literatura) a ficar horas e mais horas na internet (Face, Orkut, jogos online etc.). Outra dificuldade está nos jogos de console (videogames). Antes, a magia e a fantasia encontravam-se nos livros, gibis, contos, fábulas (cantadas, mas principalmente, lidas)...Mas hoje, essa fantasia e magia encontram-se mais vivos, mais reais, mais interativos, exatamente nos games e na internet.
Desta forma, acredito que as tecnologias influenciam e muito no hábito e no interesse da leitura e, como consequência, na escrita e na interpretação de textos.
Até "linguagem" nova se aceita e se desenvolve no campo virtual. E não ocorre abreviações, mas sim, uma linguagem própria e dinâmica...O desafio é separar a linguagem virtual da linguagem formal ou escrita.
Em muitos trabalhos ou avaliações, presenciamos a mistura, a mescla dessas linguagens virtual com a formal. Dificultando, ainda mais, o nosso trabalho em sala de aula.
- Tecnologia x sala de aula
Sou completamente a favor da tecnologia, acredito sempre na construção e no aperfeiçoamento, mas o nosso real e verdadeiro desafio é conciliar os conteúdos com as novas tecnologias e acrescento, ainda, uma pitadinha (ou pitadona - risos) de falta de motivação e interesse dos educandos. Associada com uma baixa perspectivas para o próprio futuro.
Além desta competição entre a tecnologia e o dia-a-dia da sala de aula, a falta de visão do futuro, por parte dos educandos, é mais uma fator dificultador nosso... Desafios não faltam! (risos).

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